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das horas das refeições, das horas de descanso ou de sono. Quantos
          testemunhos eloquentes de penitentes nos revelam a sua arte de ser
          um bom e caridoso confessor. E tantos testemunhos de párocos a
          dizerem como o povo aderia e queria
          confessar-se  ao  P.  Cruz,  e  como
          tantas pessoas que já há dezenas
          de anos não se confessavam,
          iam  ajoelhar  junto  desse
          “santo” para colocar a vida em
          ordem  e  começar  uma  etapa
          nova e feliz  em  comunhão
          com  Deus.  Pobres  pecadores
          “convertidos”  e  colocados
          na  misericórdia  e  bondade
          infinita do Deus bom e amigo
          dos homens.




            Precisamos todos de nos empenhar em dar a conhecer, sempre
          mais e mais, a vida, a obra, as virtudes, a santidade do Padre Cruz.
          Precisamos de nos entusiasmar em imitá-lo, a ser ao jeito do que
          ele foi e viveu, rezou e amou. Ser devoto do Padre Cruz, é ser seu
          imitador como ele foi de cristo o Bom Samaritano que cuida das
          nossas doenças e feridas, o Bom Pastor que anda sempre em busca
          das  ovelhas  perdidas.  Se  cada  amigo  e  devoto  do  padre  Cruz  se
          entusiasmar por dá-lo a conhecer, falar dele, oferecer uma pagela
          acerca dele ou um livro com a sua biografia, se nos apaixonarmos
          pela Causa do “santo” da caridade e da misericórdia,  estamos a
          colaborar para que possa um dia subir aos altares, ser canonizado,
          aquele a quem todo o Portugal já chamava “SANTO”.



                                                       P. Dário Pedroso, s.j.



          84              GRAÇAS DO PADRE CRUZ SJ
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